Peru-Machu Picchu

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Fala galera!!! É com imensa alegria que o Destino Viagem publica seu primeiro post de viagem internacional. Meu amigo Pedro Freitas foi ao Peru, Machu Picchu, e gentilmente escreveu um post para nós, muito obrigado Pedrinho! Leiam seu teto abaixo.

Breve comentário

Antes de definir a viagem, eu e meu irmão definimos quais passeios faríamos e como iriamos fazer. Certamente, Machu Picchu seria o ponto máximo da viagem, logo, deixamos para o penúltimo dia. Por alguns contratempos, acabou não sendo, e sobre isso falarei em breve. Definimos ficar 3 dias em Lima + 7 dias em Cusco, porém, acabou por ser realizado os 7 dias em Cusco.
As passagens aéreas e hospedagem de Cusco foram adquiridas por meio de aplicativos. A entrada de Machu Picchu e as passagens dos trens para Águas Calientes foram compradas assim que foram decididos os dias. E sim, é necessário comprar antes.
Só por questão de noção, estivemos lá entre os dias 21/11 a 27/11.

Pré Embarque

1) Quando for arrumar a mala para o Peru, lembre-se que você certamente irá fazer compras por lá. Casacos, suéteres, meias, luvas… tudo isso você vai encontrar por um preço bom e boa qualidade. Levei 3 casacos, porém, voltei com mais três. Outro ponto: fomos em um período de mudança de estação. Ou seja, entre a manhã (por volta das 10h) até a tarde (por volta das 16h) estava calor quando se ficava no sole frio quando se ficava na sombra. Levei 3 bermudas, não usei nenhuma. Recomendo que leve uma. Em relação a calça, levei 3. Na minha opinião, 3 ou 4 calças é o suficiente. A noite estava realmente muito frio.
2) Entrada de Machu Picchu: http://machupicchu.gob.pe/
3) Passagens de trem para Aguas Calientes: https://www.perurail.com/ ou https://incarail.com/. Fomos pela IncaRail e, sinceramente, muito desconforto, os assentos muito apertados. Os sucos que oferecem são bons, mas em questão de lanche, não espere muita coisa. Talvez seja melhor pagar um pouco mais caro e ir pela PeruRail. Na volta, talvez seja melhor pararem Ollantaytambo e tentar um taxi por 30 soles. Porém, nós fomos para Poroy e, de lá, pegamos um táxi enviado por Humberto (sempre ele!).
4) Ficamos hospedado em um quarto em uma casa. Humberto, e sua esposa Marianela, nos receberam super bem. A começar quando chegamos no aeroporto de Cusco, como combinado, Humberto já tinha tratado de um táxi nos esperar no aeroporto e levar até sua casa. Chegando lá, nos mostrou o quarto e nos apresentou um mapa da cidade de Cusco. Nos disse tudo o que iriamos precisar e onde iriamos encontrar: supermercados, casas de câmbio, centro de artesanato… tudo. Além disso, todos os dias ofereceu um café da manhã com muita fartura. Por fim, se mostrou sempre presente quando precisávamos de ajuda. Sua casa está perto do centro, então, podia-se fazer tudo a pé.
5) Não é recomendado levar real. Ative seu cartão para viagens internacionais. Se quiser levar nota, leve dólar e troque em Cusco. Levamos 500 dólares e foi o suficiente para comer e beber à vontade, fazer os passeios, gastos extras e compras em Cusco.
6) É necessário comprar um boleto turístico para fazer certos passeios como Pisaq, Ollantaytambo e Moray. Custou 130 soles para 10 dias. Para estudante, custa 70 soles (10 dias) ou 70 soles para 2 dias.

O que fizemos: O que deu de certo, o que tornaria melhor

No primeiro dia, ao chegar em Cusco, um taxista nos esperava com uma placa com nome do meu irmão no Aeroporto, enviado por Humberto. Chegando em sua casa, ele nos mostrou um mapa da cidade, dizendo onde eram as casas de câmbio, agências de passeio, supermercado e o centro da cidade. Demos uma volta pela cidade e, como no dia seguinte precisávamos ir para Ollantaytambo, fechamos um passeio (Pisaq -> Urubamba -> Ollantaytambo). Tudo custou 55 soles com almoço incluído. O passeio terminava em Chincheros, porém, recomendo parar em Ollanta. No almoço comemos carne de Alpaca, super saborosa e muito macia. Bebemos a cerveja Cusquena e, particularmente, me agradou, pois não agrado de cervejas muito amargas.


No segundo dia, tomamos o café da manhã junto com Humberto. Fomos para o passeio e ficamos em Ollanta. Lá, encontramos um hostel que nos atendeu super bem. O dono, senhor Humberto, sempre muito gentil, prestativo, apesar dos problemas com wifi e com o chuveiro, correu atrás para solucionar os problemas e dar o maior conforto, algo que pareceu atípico acontecer. O hostel chama Trigotto e fica bem localizado.
No terceiro dia, acordamos cedo e, após o café da manhã, foi possível passear pela cidade e perceber uma certa conservação da engenharia Inca ao construir as casas. Pegamos o trem e fomos para Aguas Calientes. Chegando lá, ficamos em um hostel (pagando 80 soles). Passeando pela cidade, percebe-se que é uma cidade que não tem nada a ver com o período antigo. Conversando com Humberto e sua esposa, eles contaram que essa cidade surgiu pelo alto movimento de turismo devido a Machu Picchu, ou seja, foi uma cidade que surgiu atualmente. Aproveitamos e compramos o ônibus que leva até Machu Picchu.


No quarto dia, acordamos 5h da manhã e comemos antes de ir pra Machu Picchu. Vale lembrar que lá é possível juntar um grupo de pessoas e contratar um guia. E há um lugar para comer por lá, porém, é bastante caro. Recomendo levar uma mochila com algum alimento e bebida. Na volta para Cusco, o trem para em Poroy e de lá, há o mesmo esquema de táxi do Aeroporto, só pedir a Humberto. Talvez seria mais barato e confortável parar em Ollanta e, de lá, pegar uma van para Cusco. Quando estávamos em Ollanta, a todo momento ouvia-se vans perguntando se iria para Cusco. Se não me engano, o preço era de 30 a 40 soles. Chegando em Cusco, deu tempo de contratar um passeio: Chincheros, Maras y Moray e Salineras.


No quinto dia, fizemos o passeio citado. É importante fazê-lo, porém, deve-se fazer antes de ir para Machu Picchu, pois senão, perde a graça, uma vez que já se viu tantas coisas interessantes desde Pisaq. Isso é algo do passeio que recomendo mudar. Fazer os passeios antes e finalizar com a ida de Ollantaytambo parando em Machu Picchu. A noite fomos em Museo Del Pisco, o melhor lugar para ir à noite. Lá, encontra-se bebidas típicas (Pisco Sour, Coca Sour) além de outras infinidades de bebidas e comidas.

No sexto dia, aproveitamos o nosso boleto turístico para passear por museus localizados na própria cidade de Cusco. No boleto, há um mapa onde você pode localizar igrejas e museus que pudesse visitar. Fomos almoçar em um bar temático chamado La Fábrica, onde passamos a tarde bebendo e assistindo a jogos de futebol americano, campeonato espanhol e campeonato brasileiro.
Último dia, foi o último dia de comer carne de alpaca e tomar Inca Kola.

Para alguma dúvida: p.freitas98@outlook.com

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